Arquivo de Chico Ramos - Cidade SC Portal de Notícias https://tukosolutions.com.br/category/colunistas/chico-ramos/ CIDADE SC Portal de Notícias Sun, 06 Sep 2026 12:18:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://tukosolutions.com.br/wp-content/uploads/2026/06/cropped-LOGO-1-32x32.png Arquivo de Chico Ramos - Cidade SC Portal de Notícias https://tukosolutions.com.br/category/colunistas/chico-ramos/ 32 32 Dinheiro público desperdiçado faz falta na vida de todo mundo por Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/dinheiro-publico-desperdicado-faz-falta-na-vida-de-todo-mundo-por-chico-ramos/ Sun, 06 Sep 2026 12:15:12 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=13946 Dinheiro público desperdiçado faz falta na vida de todo mundo. É menos dinheiro para consulta, exame, remédio e cirurgia. E quem paga essa conta é você: primeiro no imposto e depois esperando na fila. Antes de cobrar mais do brasileiro, o Governo Federal precisa gastar melhor o dinheiro que já recebe. No Congresso, doutor Marcelo

O post Dinheiro público desperdiçado faz falta na vida de todo mundo por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

Dinheiro público desperdiçado faz falta na vida de todo mundo.

É menos dinheiro para consulta, exame, remédio e cirurgia. E quem paga essa conta é você: primeiro no imposto e depois esperando na fila.

Antes de cobrar mais do brasileiro, o Governo Federal precisa gastar melhor o dinheiro que já recebe.

No Congresso, doutor Marcelo Reis, candidato a deputado federal prometeu fiscalizar e defender cada centavo. Porque dinheiro público não é do governo. É seu.

Dr. Marcelo Reis | Deputado Federal | 2223

O post Dinheiro público desperdiçado faz falta na vida de todo mundo por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Carlos, Carol e Amin concentram a disputa pelo Senado em Santa Catarina por Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/carlos-carol-e-amin-concentram-a-disputa-pelo-senado-em-santa-catarina/ Tue, 25 Aug 2026 16:40:14 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=13567 Levantamento considera como “três principais” os nomes que aparecem na liderança das pesquisas de intenção de voto. Dados consultados e atualizados até 24 de agosto de 2026.   Pesquisas de intenção de voto divulgadas até 24 de agosto de 2026 apontam Carlos Bolsonaro (PL), Carol De Toni (PL) e Esperidião Amin (PP) como os principais

O post Carlos, Carol e Amin concentram a disputa pelo Senado em Santa Catarina por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

Levantamento considera como “três principais” os nomes que aparecem na liderança das pesquisas de intenção de voto. Dados consultados e atualizados até 24 de agosto de 2026.

 

Pesquisas de intenção de voto divulgadas até 24 de agosto de 2026 apontam Carlos Bolsonaro (PL), Carol De Toni (PL) e Esperidião Amin (PP) como os principais nomes na corrida pelas duas vagas ao Senado em Santa Catarina. Os levantamentos indicam um cenário competitivo, sem definição antecipada dos vencedores.

Na pesquisa MAPA/Jovem Pan, realizada entre 17 e 22 de julho com 1.008 entrevistados em 88 municípios catarinenses, Carlos Bolsonaro aparece na liderança do primeiro voto, com 25,9%. Na soma dos dois votos possíveis para o Senado, o candidato do PL registra 20,8%, seguido por Esperidião Amin, com 18,3%, e Carol De Toni, com 17,8%. Dentro da margem de erro de 3,1 pontos percentuais, os três candidatos se encontram em condição de empate técnico.

Já o levantamento Neokemp/O Correio do Povo, realizado entre 22 e 24 de julho com 1.008 eleitores, mostra Carlos Bolsonaro liderando o primeiro voto, com 27,7%, à frente de Carol De Toni, que alcança 21%, e de Esperidião Amin, com 11,5%. No segundo voto, entretanto, Carol assume a dianteira, com 23,7%, seguida por Carlos, com 19,9%, e Amin, com 14,2%.

Os resultados sugerem que Carlos Bolsonaro mantém vantagem na preferência principal do eleitorado, enquanto Carol De Toni apresenta desempenho mais robusto entre os votos complementares. Amin segue competitivo, especialmente nos números consolidados da pesquisa MAPA.

Candidaturas homologadas aguardam decisão da Justiça Eleitoral

Os três candidatos tiveram seus nomes homologados pelas respectivas convenções partidárias, mas ainda figuravam, até a data do levantamento, com o status de registro eleitoral classificado como “Aguardando julgamento” pela Justiça Eleitoral.

Carlos Bolsonaro, número 222, e Carol De Toni, número 221, integram a coligação “Fé no Trabalho e Pé na Tábua”, liderada pelo PL e alinhada à candidatura à reeleição do governador Jorginho Mello. As candidaturas foram oficializadas durante convenção realizada em 1º de agosto.

Esperidião Amin, candidato de número 111 pelo PP, faz parte da coligação “Santa Catarina Acima de Tudo”, formada por PP, PSD, MDB e União Brasil. O grupo apoia a candidatura de João Rodrigues (PSD) ao governo estadual e conta com Antídio Lunelli (MDB) como outro postulante ao Senado.

Perfis dos candidatos

Carlos Bolsonaro, de 43 anos, é vereador licenciado do Rio de Janeiro e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após transferir seu domicílio eleitoral para Santa Catarina, passou a integrar a chapa apoiada por Jorginho Mello. Durante a convenção partidária, defendeu pautas ligadas ao conservadorismo, à liberdade econômica e ao campo político da direita.

Carol De Toni é deputada federal pelo PL e foi a candidata mais votada do estado para a Câmara dos Deputados em 2022. Advogada e mestre em Direito Público, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados em 2024. Sua candidatura ao Senado foi confirmada após superar divergências internas dentro da legenda.

Esperidião Amin disputa a reeleição ao Senado e acumula uma das trajetórias mais longas da política catarinense. Ex-governador, ex-prefeito de Florianópolis, ex-deputado federal e atual senador, ele busca manter sua cadeira apostando na experiência política e em uma aliança formada por partidos que se posicionaram fora da composição liderada pelo PL.

Patrimônio declarado

De acordo com as declarações apresentadas à Justiça Eleitoral, Carlos Bolsonaro informou patrimônio de R$ 2,78 milhões. Esperidião Amin declarou R$ 2,54 milhões, enquanto Carol De Toni registrou patrimônio de R$ 1,41 milhão.

Até a data de referência do levantamento, não foram localizados valores individualizados de arrecadação ou despesas de campanha para os três candidatos nos perfis consultados.

Cenário permanece aberto

As pesquisas indicam que a disputa pelas duas vagas ao Senado segue indefinida. Carlos Bolsonaro lidera os índices de primeiro voto, Carol De Toni se destaca na preferência para o segundo voto e Esperidião Amin mantém presença relevante entre os principais concorrentes.

 

O post Carlos, Carol e Amin concentram a disputa pelo Senado em Santa Catarina por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Visita de Carlos Bolsonaro na Serra Catarinense https://tukosolutions.com.br/visita-de-carlos-bolsonaro-na-serra-catarinense/ Mon, 17 Aug 2026 18:26:46 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=13409 A passagem de Carlos Bolsonaro pela região serrana ocorreu nos dias 11 e 12 de agosto de 2026, em roteiro político por Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim e Lages. Temas abordados na região Durante o roteiro, Carlos Bolsonaro: Ouviu reivindicações de produtores de maçã; Recebeu demandas sobre infraestrutura de estradas rurais; Visitou empresas

O post Visita de Carlos Bolsonaro na Serra Catarinense apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

A passagem de Carlos Bolsonaro pela região serrana ocorreu nos dias 11 e 12 de agosto de 2026, em roteiro político por Urubici, Bom Jardim da Serra, São Joaquim e Lages.

Temas abordados na região

Durante o roteiro, Carlos Bolsonaro:

  • Ouviu reivindicações de produtores de maçã;
  • Recebeu demandas sobre infraestrutura de estradas rurais;
  • Visitou empresas ligadas à cadeia produtiva da maçã;
  • Conheceu aspectos do turismo regional, incluindo a Serra do Rio do Rastro;
  • Conversou com empresários, prefeitos, vereadores e lideranças do PL;
  • Defendeu maior atenção do Governo Federal às necessidades de Santa Catarina.

Em São Joaquim, participaram dos encontros o prefeito José Teodoro de Sena Amaral, dirigentes do PL municipal, vereadores, empresários e representantes do setor produtivo. Também teria sido entregue um ofício com reivindicações da Associação dos Produtores de Maçã e Pera de Santa Catarina.

Em Lages

A agenda teve dois compromissos principais:

  • Almoço reservado com empresários;
  • Encontro com lideranças políticas em um auditório do hotel Map à noite.

A agenda foi articulada ao lado de Alex Brasil, candidato do PL à Assembleia Legislativa. O objetivo declarado foi ouvir demandas econômicas e sociais da Serra, sem pedido formal de votos.

Na reunião á noite

Presença de lideranças importantes como Senador Jorge Seif, prefeita Carmem Zanotto, deputado Marcius e mais algumas autoridades, prestigiaram a visita do nobre candidato ao senado Carlos Bolsonaro. Todos rechaçaram a importância do posicionamento de todos com relação a eleição majoritária (Presidência, governo estadual e senado), agora em 2026.

Senador Jorge Seif falou da importância de termos um Senado Forte, para isso convocou a todos para que não apoiassem apenas um dos candidatos, mas um engajamento para ambos os nomes, Carlos e Carol, para então poder ter uma bancada forte no senado representando uma Santa Catarina forte.

Comentou a importância do reforço do Senado para que Leis pedidos de cassação de autoridade políticas e judiciárias (destes últimos passam de 50), os quais ficam engavetados ou perdem forças ao se depararem com a maioria dos senadores não de direita.

Com relação ao visitante principal revelou que o Presidente do PL Nacional, Valdemar Costa Neto, apresentou números de pesquisas, onde o nome de Carlos Bolsonaro no Rio de Janeiro seria um dos mais fortes para vaga do senado do estado carioca, ou seja, ao contrário das narrativas especulativas, Carluxo não buscou Santa Catarina como fuga ou medo de uma não eleição, e sim por simpatia e reconhecimento, por convívios sazonais de longa data neste Estado forte e promissor, apresentou-se para defender no senado os interesses dos catarinenses.

 

Segundo pesquisa OCP News/Neokemp — campo em julho de 2026, divulgada em 27 de julho de 2026, com amostra de 1.008 eleitores em 100 municípios catarinenses os números foram:

  • Carlos Bolsonaro (PL): 47,6%
  • Caroline De Toni (PL): 44,7%
  • Esperidião Amin (PP): 25,7%
  • Décio Lima (PT): 25,6%
  • Antídio Lunelli (MDB): 16,1%
  • Afrânio Boppré (PSOL): 15,1%
  • Jeferson Rocha (PRD): 1,1%

No primeiro voto, Carlos Bolsonaro aparece com 27,7%, seguido por Caroline De Toni, com 21%. No segundo voto, Caroline lidera com 23,7%, contra 19,9% de Carlos.

Margem de erro: 3,1 pontos percentuais – Registro: SC-02194/2026 – Contratante: Jornal O Correio do Povo.

 

O discurso do Legado

Como todo Bolsonaro, Carlos teve uma acolhida carinhosa por parte dos serranos. Falou de sua opção em sair de um lugar onde já estava estabelecido e carreira promissora, lembrando que foram 7 mandatos como vereador, sendo que em 2024 totalizou mais de 4% dos votos válidos para o seu número como candidato, sendo o maior número de votos em todas as eleições do R.J.

Citou do grande risco das pessoas que vêm como candidatos de direita, mas que se indispõem a apoiar a chapa majoritária do próprio partido. A direita que o SISTEMA quer permitir, ou seja, voltar a brincar de polícia e ladrão como na época em que tucanos fingiam ser oposição ao comunismo do PT.

Carlos também chamou a atenção com relação às eleições de 2022, mais de 30 milhões de brasileiros deixaram de votar, ou seja, um número que poderia facilmente ter mudado o resultado caso votassem para Jair Bolsonaro, lembrou também do valor do voto em trânsito, que permite ao menos votar para presidente da república.

Óbvio, Carlos como todo bom candidato ao senado, reconhece que precisa falar um pouco de seus colegas de chapa, citou a missão de Flávio Bolsonaro, que de uma tranquila reeleição no senado, aceitou sob os ombros a responsabilidade de assumir o posto do pai, já que foi inviabilizada a candidatura de Jair Messias. Citou a deputada Carol de Toni como uma aguerrida colega de batalha no front e todo o time PL como importantes no quesito de reconquistar a democracia através do parlamento.

Depois disso se disponibilizou a conversar com o público e tirar fotos.

O post Visita de Carlos Bolsonaro na Serra Catarinense apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
POLÍTICA NO ATO por Chico Ramos: PL-SC transforma convenção em teste de força para Jorginho e Bolsonaro https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-por-chico-ramos-pl-sc-transforma-convencao-em-teste-de-forca-para-jorginho-e-bolsonaro/ Wed, 05 Aug 2026 11:34:11 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=13217 A cobertura do PL-SC, do G1, da CBN e do Post TV converge no essencial: em 1 de agosto, na Arena Opus, em Sao Jose, o partido homologou Jorginho Mello para a reeleição, Adriano Silva (Novo) para vice, e Carlos Bolsonaro e Carol de Toni para o Senado. O ato reuniu lideranças e milhares de

O post POLÍTICA NO ATO por Chico Ramos: PL-SC transforma convenção em teste de força para Jorginho e Bolsonaro apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

A cobertura do PL-SC, do G1, da CBN e do Post TV converge no essencial: em 1 de agosto, na Arena Opus, em Sao Jose, o partido homologou Jorginho Mello para a reeleição, Adriano Silva (Novo) para vice, e Carlos Bolsonaro e Carol de Toni para o Senado. O ato reuniu lideranças e milhares de apoiadores e consolidou uma aliança de centro-direita ampla.

 

Jorginho foi o eixo estadual da convenção. A mensagem de campanha publicada no Instagram celebrou a lotação, a unidade do PL e a chapa ao Senado. O governador também chega com uma vantagem objetiva: dois levantamentos divulgados no fim de julho registraram 52,8% para ele e 20,3% para Joao Rodrigues, em campos realizados entre 22 e 24 de julho. Projeção: Jorginho parte como favorito, mas a eleição pode ser nacionalizada pela família Bolsonaro e ficar mais competitiva no segundo turno.

 

Flavio Bolsonaro foi o principal vetor nacional. Em conteúdo republicado de seu perfil, agradeceu a recepção e falou em lutar por um Brasil melhor.  No palanque, pediu voto para a Presidência, defendeu redução de impostos e maior rigor penal. O episódio abriu uma frente jurídica: a propaganda eleitoral só é permitida a partir de 16 de agosto, embora especialistas divirjam sobre pedidos feitos em convenções e alertem para o alcance de transmissão e redes sociais. Ganho político e mobilização; risco, transformar o evento em notícia sobre possível propaganda antecipada.

 

Carol de Toni apresentou a face mais ideológica da chapa. No discurso, associou-se a Carlos – “quem é Carlos é Carol” – Já o candidato Carlos falou em perseguição à direita e em libertar Jair Bolsonaro.

Carlos, por sua vez, foi oficializado e chamado ao palco por Flávio; no material publico localizado, não aparece uma fala autoral equivalente.  A dupla fortalece a marca Bolsonaro, mas também confirma a tensão com aliados: em fevereiro, a União Progressista ameaçara retirar apoio a Jorginho se os dois nomes fossem lançados.

 

Jessé Lopes ocupa a faixa mais combativa do PL: oficializou a reeleição a deputado estadual, recebeu apoio de Flavio e foi descrito como alinhado a Jorginho e a pautas de família, infância e segurança. Marcelo Reis tenta ampliar o alcance da legenda: em seu próprio Instagram, o médico apresentou-se como candidato a deputado federal e falou em responsabilidade, trabalho e compromisso.  São duas linguagens eleitorais: militância ideológica e credencial de gestão.

 

A leitura final e clara: o PL saiu unido no palco e forte na largada, mas a aposta simultânea em Jorginho, na dupla para o Senado e no projeto presidencial de Flavio exige converter entusiasmo digital em votos sem perder aliados nem abrir flancos jurídicos.

Partidos que compõem a coligação PL.

  • PL
  • NOVO
  • Podemos
  • Republicanos
  • Democracia Cristã (DC)

O post POLÍTICA NO ATO por Chico Ramos: PL-SC transforma convenção em teste de força para Jorginho e Bolsonaro apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Política no Ato por Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-por-chico-ramos-8/ Fri, 17 Jul 2026 13:40:05 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=12826 O TABULEIRO (QUASE) COMPLETO DAS ELEIÇÕES 2026 EM SC Por Francisco Ramos — 16 de julho de 2026 Faltam menos de 80 dias para o primeiro turno. As convenções partidárias começam em 20 de julho. O tabuleiro está praticamente definido. Santa Catarina elegerá 2 senadores, 16 deputados federais e 40 deputados estaduais neste ano de

O post Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

O TABULEIRO (QUASE) COMPLETO DAS ELEIÇÕES 2026 EM SC

Por Francisco Ramos — 16 de julho de 2026

Faltam menos de 80 dias para o primeiro turno. As convenções partidárias começam em 20 de julho. O tabuleiro está praticamente definido.

Santa Catarina elegerá 2 senadores, 16 deputados federais e 40 deputados estaduais neste ano de 2026, junto aos cargos executivos de presidente e governador. As convenções partidárias ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto, e o registro de candidaturas vai até 15 de agosto. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro

A disputa promete ser acirrada. O PL, maior bancada da Alesc com 11 cadeiras, chega fortalecido com a chapa majoritária Jorginho Mello (governador) / Adriano Silva (vice) e os candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro e Carol de Toni. A esquerda se uniu em torno de Gelson Merísio (PSB) para o governo, com Ângela Albino (PDT) de vice e Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL) ao Senado. PSD vem com MDB, União Progressista (federação União Brasil/PP) como 3ª via, mirando eleitores de centro esquerda, centro e direita com João Rodrigues (candidato a governador), Amin ao Senado, e provavelmente Colombo como deputado federal pela AMURES.

1. PL

O PL domina o cenário. Jorginho Mello na cabeça de chapa, Carlos Bolsonaro e Carol de Toni ao Senado, e a maior nominata de federais — 17 candidatos. A convenção será em 1º de agosto na Arena Opus, São José.

Pré-candidatos a federal pelo PL:

Potencial Muito Alto:

  • Julia Zanatta — Cotada para vice de Flávio Bolsonaro. Base sólida em Criciúma. Projeção nacional. Estimativa superior a 120 mil votos.
  • Daniel Freitas — Mais votado do Sul catarinense. Máquina partidária consolidada. Acima de 100 mil votos.

Potencial Alto:

  • Sargento Lima — Sai da Alesc (71 mil votos como estadual). Lançou pré-candidatura a federal em 2025 com Jorginho Mello e Jorge Seif. Base em Joinville e Norte. Deve fazer de 80 a 110 mil votos.
  • Zé Trovão — Nome nacional, sem base geográfica definida. Votação pode cair sem a polarização máxima de 2022, porém tem apresentado grande trabalho por boa parte do estado.
  • Ricardo Guidi — Ex-PSD, hoje no PL. Base no Sul, onde divide eleitorado com Zanatta e Freitas.

Potencial Médio:

  • Jair Renan Bolsonaro — Filho do ex-presidente. Vereador em Balneário Camboriú. Nunca disputou federal. O sobrenome pesa, a capilaridade no interior é uma interrogação.
  • Marcelo Reis — Ex-presidente do CRM-SC, ex-secretário-adjunto da Saúde. Estreante. Bandeira da “Administração pública competente da saúde”. Base na Grande Florianópolis.

Carol de Toni e Daniela Reinehr — atuais deputadas federais do PL — vão ao Senado, e suplente de senador abrindo duas vagas na nominata federal.

Estaduais do PL: Ana Campagnolo (reeleição), Jessé Lopes (reeleição), Marcius Machado (reeleição), Mauricio Eskudlark (PL — problemas de saúde), Carlos Humberto, Ivan Naatz, Nilso Berlanda (saiu do PL e foi para o PSD em 31/3/26), Edilson Massocco, Oscar Gutz, Soratto. Novos: Guilherme Colombo, Ulisses Gabriel, Dalvania Cardoso, Onir Mocellin.

Potencial: 6 a 7 federais | 12 a 14 estaduais.

2. REPUBLICANOS

Jorge Goetten (presidente estadual) e Geovania de Sá (ex-PSDB) são os nomes consolidados a federal. O partido filiou ainda Lucas Neves (ex-Podemos) para a disputa estadual em busca da reeleição.

Jorge Goetten — REPUBLICANOS (não está mais no PL). Presidente estadual. Reeleição encaminhada. Geovania de Sá — Saiu do PSDB em março/26 após 15 anos. Três mandatos de federal. Base no Sul.

Carmen Zanotto filiou-se ao Republicanos, mas é prefeita de Lages — não disputa cargo este ano.

Potencial: 2 a 3 federais | 3 a 4 estaduais.

3. PT

Convenção única em 21 de julho na Alesc com PSB, PDT, PSOL, PCdoB, PV. Décio Lima vai ao Senado.

Professor Pedro Uczai — Reeleição. Oeste. Tranquilo. Ana Paula Lima — Reeleição. Vale. Tranquilo. Giovana Mondardo (PCdoB) — Vereadora de Criciúma. Estreante. Depende do coeficiente.

Potencial: 2 federais | 4 a 5 estaduais.

4. MDB

Apoia João Rodrigues (PSD) ao governo. Carlos Chiodini sai da Câmara para ser vice. Antídio Lunelli vai ao Senado.

Cobalchini — Reeleição. Oeste. Rafael Pezenti — Reeleição. Meio-Oeste.

  • 13 novos nomes.

Potencial: 2 federais | 5 a 6 estaduais.

5. PSD

João Rodrigues candidato a governador. Nilso Berlanda chegou do PL em 31/3.

Ismael — Reeleição. Sul. Julio Garcia — Presidente da Alesc, migra para federal. José Milton Scheffer (PP) — Sai da Alesc, vai para federal.

Potencial: 2 federais | 3 a 4 estaduais.

6. NOVO

Gilson Marques busca reeleição. Nominata de 16 federais e 37 estaduais. Adriano Silva (prefeito de Joinville) é vice de Jorginho.

Potencial: 1 federal | 1 a 2 estaduais.

OS PERFIS EM EVIDÊNCIA NA SERRA CATARINENSE

Sargento Lima (PL → federal) — Ex-deputado estadual, 71 mil votos. Policial militar da reserva. Base em Joinville e Norte. Jessé Lopes (PL → estadual) — Cirurgião-dentista, 44 anos, Criciúma. Segundo mandato. Conservador. Confirmou pré-candidatura. Marcius Machado (PL → estadual) — Lages e Serra. Preside Comissão de Legislação Participativa. Crescimento eleitoral consistente. Dr. Marcelo Reis (PL → federal) — Médico, ex-presidente CRM-SC. Estreante. Bandeira da classe da saúde (médicos, enfermeiros, administradores de hospitais e funcionários da saúde). Nilso Berlanda (PSD → estadual) — Saiu do PL em 31 de março de 2026. Filiou-se ao PSD durante ato em Chapecó com João Rodrigues. Deputado Lucas Neves (Republicanos → estadual) — que pulou da Legenda do Podemos para Republicanos consolidando parceria com a prefeita Carmen Zanotto em Lages. Deputado Ivan Naatz (PL → estadual) – Advogado, se destacou com sua campanha para desembargador com um bom desempenho.

 

O CALENDÁRIO

Data Evento
20 de julho UP — Convenção na UFSC
21 de julho Campo Democrático (PT, PSB, PDT, PSOL) — Alesc
1º de agosto PL — Arena Opus, São José
1º de agosto PSD, MDB, PP, União — Alesc
15 de agosto Fim do registro de candidaturas
4 de outubro 1º turno

SENADO — 2 VAGAS (Já divulgados como pré-candidatos por fontes reconhecidas).

Candidato Partido Fonte
Carol de Toni PL ✅ CNN Brasil (9/5/26): “PL oficializa chapa com Carlos Bolsonaro e Carol de Toni ao Senado”. G1 (18/6/26): lista como pré-candidata. Congresso em Foco: “Carol de Toni disputará o Senado pelo PL — Aliviada”
Carlos Bolsonaro PL ✅ Mesmas fontes acima. G1 (21/6/26): “Aqui eu renasci, diz Carlos Bolsonaro”
Esperidião Amin PP ✅ G1 (18/6/26): pré-candidato. Facebook oficial Amin (30/6/26): “Sou pré-candidato ao Senado”
Décio Lima PT ✅ G1 – lista de pré-candidatos ao Senado
Antídio Lunelli MDB ✅ Gazeta do Povo (9/6/26): “MDB confirma Antídio Lunelli ao Senado em aliança com Amin”

FEDERAIS — 16 VAGAS (Já divulgados como pré-candidatos por fontes reconhecidas).

Nome Partido Fonte
Julia Zanatta PL ✅ Câmara dos Deputados: PL-SC
Daniel Freitas PL ✅ Câmara dos Deputados: PL-SC
Ricardo Guidi PL ✅ Site oficial PL Santa Catarina o lista como PL. Rádio Marconi (4/5/26)
Zé Trovão PL ✅ Câmara dos Deputados: PL-SC
Sargento Lima PL ✅ Saiu da Alesc. Lançou pré-candidatura a federal em 2025 com Jorginho Mello
Jair Renan Bolsonaro PL ✅ G1, Estadão, Congresso em Foco (5-6/7/26)
Dr. Marcelo Reis PL ✅ Blog do Prisco (14/7/26)
Jorge Goetten REPUBLICANOS ✅ Câmara dos Deputados: REPUBLICANOS-SC. Wikipedia: “filiado ao Republicanos”. Republicanos10: “filiou-se em junho/2024, presidência estadual”
Geovania de Sá REPUBLICANOS ✅ Saiu do PSDB em 13/3/26. Filiação oficial em 17/3/26. Republicanos10 confirma
Pedro Uczai PT ✅ Câmara dos Deputados: PT-SC
Ana Paula Lima PT ✅ Câmara dos Deputados: PT-SC
Cobalchini MDB ✅ Câmara dos Deputados: MDB-SC
Rafael Pezenti MDB ✅ Câmara dos Deputados: MDB-SC. Rádio Marconi (8/5/26): “pré-candidato pelo MDB”
Ismael PSD ✅ Câmara dos Deputados: PSD-SC
Julio Garcia PSD ✅ Presidente da Alesc. Migra para federal
Gilson Marques NOVO ✅ Câmara dos Deputados: NOVO-SC
Fabio Schiochet UNIÃO ✅ Câmara dos Deputados: UNIÃO-SC

O post Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Política no Ato com Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-com-chico-ramos-5/ Fri, 26 Jun 2026 18:45:54 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=12276 Internacional O cenário global observa com atenção o fortalecimento de blocos conservadores na Europa, que começam a influenciar as pautas de comércio exterior com o Brasil. A pressão sobre políticas ambientais e a soberania nacional continua sendo o ponto de atrito. No plano das Américas, a articulação de lideranças de direita busca consolidar uma rede

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

Internacional

O cenário global observa com atenção o fortalecimento de blocos conservadores na Europa, que começam a influenciar as pautas de comércio exterior com o Brasil. A pressão sobre políticas ambientais e a soberania nacional continua sendo o ponto de atrito. No plano das Américas, a articulação de lideranças de direita busca consolidar uma rede de apoio mútuo para os pleitos de 2026, focando em pautas de liberdade econômica e segurança pública, temas que ressoam diretamente com a base eleitoral catarinense.

Nacional

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já disponibilizou os recursos do Fundo Eleitoral (aproximadamente R$ 4,9 bilhões), acelerando as definições partidárias. A polarização nacional se reflete na antecipação de nomes para o Senado e Planalto. O PL nacional monitora de perto Santa Catarina, considerado o “porto seguro” do bolsonarismo, para garantir que as fraturas internas não comprometam a chapa majoritária. A estratégia é unificar o discurso contra o atual governo federal, focando na pauta econômica e na defesa de valores conservadores.

Santa Catarina

O cenário para 2026 em SC está em plena ebulição. Pesquisas recentes (como as do Instituto Veritá e AtlasIntel) apontam a liderança do governador Jorginho Mello (PL), que deve buscar a reeleição, possivelmente em aliança com o Novo de Adriano Silva. Para o Senado, a disputa pelas duas vagas ganha nomes fortes como Carol De Toni e a possibilidade de Carlos Bolsonaro concorrer pelo estado, dobrando a aposta no DNA bolsonarista. No entanto, há movimentações do PSD e fraturas internas no campo da direita que exigem monitoramento constante para evitar dispersão de votos.

Amures (Serra Catarinense)

Na região da Amures, o foco se volta para as obras de infraestrutura e o impacto do Pafisc (Plano de Ajuste Fiscal de SC) enviado pelo Governo à Alesc. As lideranças locais buscam garantir que os recursos para as rodovias serranas e o fomento ao agronegócio não sejam afetados pelas novas medidas fiscais. Politicamente, prefeitos da região começam a se posicionar em relação às chapas estaduais, buscando compromissos claros com o desenvolvimento regional em troca de apoio nas bases.

 

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Hoje em Política no Ato por Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/hoje-em-politica-no-ato-por-chico-ramos/ Wed, 10 Jun 2026 00:16:38 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=11967 LAGEANO ASSUME PRESIDÊNCIA DO PODEMOS EM IMBITUBA: Cristiano Alves assume Podemos Imbituba. Desafios à frente. EUA x TERRORISMO: Facções Brasileiras se tornam Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs). JUDICIÁRIO: O judiciário na sua maioria atônito com declaração de Trump tenta defender posicionamentos de Lula com relação ao PCC e CV. Tem Lageano se movimentando no Sul de

O post Hoje em Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Foto: Chico Ramos

LAGEANO ASSUME PRESIDÊNCIA DO PODEMOS EM IMBITUBA: Cristiano Alves assume Podemos Imbituba. Desafios à frente.

EUA x TERRORISMO: Facções Brasileiras se tornam Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).

JUDICIÁRIO: O judiciário na sua maioria atônito com declaração de Trump tenta defender posicionamentos de Lula com relação ao PCC e CV.

Tem Lageano se movimentando no Sul de Santa Catarina

Cristiano Alves, 39 anos, natural de Lages (SC), ensino superior completo em História, pós-graduado em Gestão Pública. Disputou uma vaga na Câmara de Imbituba em 2024 pelo Republicanos (nº 10.123) e obteve a suplência à vereança, onde no curto espaço de tempo atuou com excelência — migrou para o Podemos, assumindo a presidência da sigla no município. No Instagram, mantém o perfil @cristianoalvesimbituba com mais de 7,1 mil seguidores e o perfil do partido @podemosimbituba20. O que ele projeta: montar uma nominata competitiva para vereadores e buscar candidatura própria à Prefeitura em 2028 — o que tiraria o Podemos da posição de coadjuvante no tabuleiro local. Cenário de Imbituba O município tem 56.107 habitantes (IBGE 2024) e é governado pelo PL, eleito com 48,66% dos votos. A Câmara tem 13 vereadores distribuídos entre PL (4), MDB (2), Republicanos (1), PSD (2), PSB (2) e PP (2). O Podemos não tem cadeiras — o que dimensiona o desafio de Cristiano.

A Ordem que Vem do Norte e a Vergonha que Mora ao Lado

O mundo assiste, atônito, ao que Brasília tenta esconder sob o tapete da burocracia: o crime organizado no Brasil não é mais apenas um problema de “segurança pública”, mas uma ameaça à ordem global. A recente decisão de Donald Trump de enquadrar o PCC e o Comando Vermelho com o rigor das leis antiterrorismo e de sanções transnacionais não é um fato isolado. É o resultado de uma diplomacia de bastidor, movida por quem entende que o crime não se combate com sociologia, mas com força e asfixia financeira. A Ponte Conservadora Neste cenário, é impossível ignorar o papel fundamental dos irmãos Bolsonaro. Eduardo, com seu trânsito direto nas esferas de poder em Washington, e Flávio, articulando a necessidade de uma resposta dura no Senado brasileiro, foram os verdadeiros arquitetos dessa ponte. Enquanto o Itamaraty de Lula se ocupa em bajular ditaduras e buscar “diálogo” com regimes autocráticos, a família Bolsonaro agiu como o elo de sanidade que conectou a realidade brutal das nossas fronteiras ao Salão Oval. Essa articulação expõe uma verdade incômoda para a esquerda: a liderança conservadora brasileira possui hoje mais credibilidade internacional no combate ao crime do que o próprio governo federal. A designação dessas facções como ameaças transnacionais permite o congelamento de ativos e a perseguição de operadores financeiros em solo americano, algo que Brasília sempre hesitou em fazer com o rigor necessário. O Contraste da Omissão O contraste é vergonhoso. De um lado, temos uma potência mundial deixando claro que o dinheiro do crime não circulará livremente. Do outro, um governo Lula que parece mais confortável em subir morros sem escolta do que em assinar decretos de extradição ou endurecer o regime disciplinar diferenciado. A reação do Planalto tem sido o silêncio dos culpados ou a retórica vazia da “soberania”, como se ser soberano significasse permitir que facções governem estados inteiros e exportem o terror.

O Negacionismo de Toga

E o que dizer de certos setores do nosso Judiciário? A desembargadora Ivana David, em suas recentes manifestações, parece viver em uma Suíça imaginária encravada no coração de São Paulo. Ao tentar minimizar o impacto dessas organizações ou questionar a severidade das medidas internacionais, a magistrada presta um desserviço à inteligência do cidadão.

Ao focar na “falta de respaldo jurídico automático para intervenção”, ela foi acusada de tentar “minimizar” uma medida que, na prática, isola o crime organizado brasileiro globalmente.

Distanciamento da Periferia: Enquanto se discute tecnicismos jurídicos sobre o que é ou não terrorismo, críticos apontam que o cidadão comum já vive sob um regime de terror imposto por essas facções, tornando a defesa da “soberania jurídica” um exercício de retórica acadêmica diante de uma guerra real.

Nas redes sociais, a desembargadora também foi alvo de memes que comparam sua aparência à da cantora Gretchen, o que tem sido usado para desviar o foco de sua autoridade técnica e ridicularizar suas aparições frequentes na mídia para “explicar” o crime organizado de uma forma que muitos consideram condescendente ou ineficaz.

Ridicularizar a gravidade do PCC e do CV em 2026 é como tentar apagar um incêndio florestal com um conta-gotas — ou pior, alegar que o fogo é apenas uma “percepção térmica equivocada”. A realidade não cabe no conforto dos gabinetes; ela explode nas esquinas, nas escolas e nas famílias que enterram seus mortos enquanto o garantismo hipertrofiado garante a impunidade dos chefões.

O post Hoje em Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Política no Ato com Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-com-chico-ramos-4/ Mon, 08 Jun 2026 13:11:49 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=11888 HOJE NA POLÍTICA NO ATO USABRA EIXO WASHINGTON-BRASÍLIA: O encontro estratégico na Casa Branca que redefine a direita! O TERMÔMETRO DA SERRA: Os bastidores políticos esquentam no inverno de Lages! PODE DAR PT: Ao condicionar sua candidatura ao vigor físico, Lula acende o sinal de alerta e acelera as costuras de bastidores. O Eixo Washington-Brasília:

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

HOJE NA POLÍTICA NO ATO

USABRA EIXO WASHINGTON-BRASÍLIA: O encontro estratégico na Casa Branca que redefine a direita!

O TERMÔMETRO DA SERRA: Os bastidores políticos esquentam no inverno de Lages!

PODE DAR PT: Ao condicionar sua candidatura ao vigor físico, Lula acende o sinal de alerta e acelera as costuras de bastidores.

O Eixo Washington-Brasília: O Encontro na Casa Branca e a Nova Aliança Conservadora

No tabuleiro político contemporâneo, a distância entre a política doméstica e as grandes movimentações geopolíticas globais encurtou drasticamente. Para o cidadão de Santa Catarina — estado que se destaca nacionalmente pela força de seu cooperativismo, pujança industrial, segurança pública exemplar e um eleitorado majoritariamente conservador —, os rumos da política externa não são meras abstrações. São fatores que determinam a segurança de nossas fronteiras, a abertura de mercados para nossas exportações e a preservação das liberdades individuais. É sob este prisma analítico que se deve compreender o peso do encontro ocorrido nesta terça-feira (26) entre o senador brasileiro Flávio Bolsonaro e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington.

A reunião na Casa Branca transcende o simbolismo tradicional das agendas diplomáticas. Ela representa a consolidação de um eixo conservador ocidental que compreende a América Latina não como um quintal esquecido, mas como uma fronteira crucial na defesa dos valores democráticos, da economia de mercado e da soberania nacional. Ao sentar-se com o líder da maior potência do planeta, a direita brasileira sinaliza maturidade estratégica: a construção de um projeto de nação que se conecta diretamente com as correntes políticas que hoje redefinem o hemisfério norte.

O principal ponto de pauta levado pelo senador brasileiro ao Salão Oval revela a tese central dessa aproximação: a segurança pública tratada sob a ótica da segurança hemisférica. Flávio Bolsonaro solicitou formalmente o apoio do governo americano para que facções criminosas que atuam no Brasil sejam classificadas como organizações terroristas transnacionais pelos Estados Unidos. Trata-se de um movimento de alta precisão técnica. O crime organizado na América do Sul há muito deixou de ser um problema estritamente policial para se tornar uma ameaça à soberania dos Estados. Ao propor essa classificação, o parlamentar busca asfixiar os fluxos financeiros internacionais dessas organizações, utilizando a robusta máquina de inteligência e sanções do Tesouro americano.

Para estados como Santa Catarina, que combatem o crime com tolerância zero e ostentam os melhores índices de segurança do país, essa cooperação internacional é vital. O fortalecimento dos portos catarinenses e a segurança de nossas cadeias logísticas dependem diretamente do combate eficaz ao tráfico transnacional de armas e drogas.

Como era de se esperar, setores da oposição e veículos da imprensa tradicional apressaram-se em classificar a viagem como um mero artifício de relações públicas, uma tentativa de criar uma “agenda positiva” para desviar o foco de debates e desgastes políticos internos que naturalmente cercam qualquer pré-campanha presidencial. Essa leitura, contudo, peca pela superficialidade. Minimizar um encontro oficial na Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos é ignorar a engrenagem da diplomacia partidária moderna. Alianças políticas internacionais robustas não se improvisam; elas se pavimentam com afinidade ideológica, confiança mútua e interesses estratégicos convergentes. O fato de o principal pré-candidato do maior partido de oposição do Brasil ter trânsito direto no centro do poder americano é um ativo político real, que nenhum de seus adversários no campo da esquerda ou do centro consegue emular.

Além disso, o alinhamento conservador proposto por essa aliança oferece um contraponto necessário à atual política externa brasileira, frequentemente criticada por analistas de mercado por sua proximidade com regimes autocráticos e blocos que contestam a ordem econômica ocidental. O eleitor catarinense, profundamente ligado ao agronegócio e à livre iniciativa, compreende que a prosperidade do Brasil está ancorada no comércio com democracias liberais e na garantia da segurança jurídica para os investimentos privados. Uma parceria estratégica com os Estados Unidos, focada no desenvolvimento tecnológico, na segurança energética e na quebra de monopólios globais de insumos estratégicos, é o caminho natural para garantir que o Brasil não fique isolado no cenário internacional.

O encontro de Flávio Bolsonaro com Donald Trump projeta, portanto, a imagem de uma oposição que se prepara para governar com visão de longo prazo. Mostra que o conservadorismo brasileiro não está isolado; pelo contrário, faz parte de um movimento global de resgate da soberania, da ordem e da liberdade econômica. Para Santa Catarina, que sempre liderou pelo exemplo de trabalho e ordem, ver essas bandeiras defendidas no mais alto nível da política internacional é a confirmação de que o futuro do Brasil passa, inevitavelmente, pelo fortalecimento dessa aliança.

 

O Termômetro da Serra: O Que a Abertura da Festa do Pinhão Revela Sobre 2026

Quem conhece a fundo a alma catarinense sabe que o inverno não traz apenas o frio característico para o planalto serrano; traz também o calor das grandes decisões políticas. A abertura oficial da 36ª Festa Nacional do Pinhão em Lages, na última sexta-feira (22 de maio de 2026), confirmou uma tradição que vai muito além da gastronomia típica e do orgulho tradicionalista: o evento é o verdadeiro ponto de partida informal para as articulações majoritárias que desenharão o cenário eleitoral de 2026 em Santa Catarina. Entre o pinhão e o quentão, o que se viu nos bastidores do Recanto do Pinhão foi um intenso ensaio de forças, alianças e posicionamentos estratégicos.

A presença do governador Jorginho Mello (PL) na abertura do evento não foi um mero ato de protocolo administrativo. Em um estado onde o eleitorado conservador preza pela proximidade física e pelo respeito às tradições locais, o chefe do Executivo estadual utilizou o palco de Lages para demonstrar vigor político e coesão de sua base aliada. Jorginho sabe que a consolidação de seu projeto de reeleição ou a pavimentação de sua chapa majoritária para 2026 exige uma presença constante e marcante na Serra Catarinense. Ao caminhar ao lado de deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Alesc) e lideranças federais, o governador emitiu um recado claro de unidade e força partidária.

Lages, sob a liderança da prefeita Carmen Zanotto, assume um papel central nesse tabuleiro. A Serra Catarinense, historicamente, funciona como um fiel da balança nas eleições estaduais. O eleitorado serrano, conhecido por seu perfil trabalhador, ordeiro e profundamente ligado aos valores da terra, não aceita ser coadjuvante. As lideranças locais entendem que o prestígio político demonstrado na Festa do Pinhão reflete diretamente na capacidade da região de atrair investimentos em infraestrutura, saúde e turismo rural. A articulação de bastidores em Lages sinaliza que qualquer composição majoritária que pretenda ser vitoriosa em 2026 precisará contemplar o protagonismo e as demandas históricas do planalto serrano.

Nesse cenário de forte mobilização, a ala mais ideológica e combativa da direita catarinense marcou território de forma significativa. A deputada federal Carol de Toni (PL), conhecida por sua postura firme na Câmara de deputados em defesa das pautas conservadoras, esteve presente acompanhado de sua assessoria de gabinete. Já a equipe do deputado estadual Jessé Lopes atuou ativamente nos bastidores do evento, estreitando laços com lideranças locais da Serra e reforçando o compromisso do mandato com o desenvolvimento regional e a preservação dos valores tradicionais catarinenses. A movimentação do gabinete do deputado em Lages demonstra que a direita conservadora está organizada e coordenada, pavimentando o caminho para manter uma bancada forte e representativa no parlamento catarinense em 2026.

Outras lideranças de destaque também aproveitaram a abertura para dialogar com as bases e anunciar entregas concretas. O deputado federal Zé Trovão marcou presença no evento, aproveitando a oportunidade para anunciar a destinação de R$ 1.600.000 em recursos para o município de Lages, demonstrando que a articulação federal está diretamente conectada às necessidades da Serra. Além dele, os deputados estaduais Marcius Machado (PL) e Lucas Neves (Rep) também circularam ativamente pelas festividades, reforçando sua ligação histórica com a região e consolidando seu espaço no xadrez eleitoral serrano.

Há, contudo, quem critique a intensa movimentação política durante as festividades, sob o argumento de que a presença maciça de pré-candidatos e discursos governamentais “politiza” um patrimônio que deveria ser estritamente cultural e econômico. Essa visão, embora compreensível sob o aspecto da pureza festiva, ignora a engrenagem do desenvolvimento regional. É justamente a convergência de lideranças de diferentes esferas — municipal, estadual e federal — em eventos dessa magnitude que viabiliza a liberação de emendas parlamentares, convênios de infraestrutura e o fortalecimento do turismo de inverno. A política e a economia regional caminham de mãos dadas; o prestígio da Festa do Pinhão é o combustível que mantém a Serra na pauta de prioridades do Centro Administrativo em Florianópolis.

Para os deputados e pré-candidatos que circularam pelos pavilhões, a festa funcionou como um termômetro de aceitação popular e um laboratório para testar discursos. O eleitor catarinense é exigente: valoriza a defesa da propriedade privada, o livre mercado, a segurança pública e a preservação da identidade cultural. Aqueles que conseguirem sintonizar suas propostas com esse DNA conservador e realizador da Serra — a exemplo do trabalho de base que vem sendo pavimentado por lideranças como Jessé Lopes — sairão de Lages com uma vantagem competitiva crucial para os embates que se avizinham.

A 36ª Festa Nacional do Pinhão começou mostrando que a tradição serrana continua forte, vibrante e, acima de tudo, politicamente influente. À medida que o inverno avança, as conversas iniciadas ao redor do fogo de chão em Lages ditarão o ritmo e o tom da política catarinense. Para Santa Catarina, o recado que sai da Serra é de otimismo, união e a certeza de que o futuro do estado continuará sendo escrito por mãos que valorizam o trabalho, a ordem e o progresso.

 

O Fator Biológico: A Saúde de Lula e o Dilema da Sucessão na Esquerda para 2026

 

No dinâmico cenário político brasileiro, onde alianças se desfazem e se reconstroem na velocidade de um clique, há uma variável que nenhum marqueteiro consegue controlar e nenhum acordo partidário é capaz de alterar: a biologia. À medida que nos aproximamos do pleito de 2026, a pergunta que ecoa com cada vez mais frequência nos bastidores de Brasília, nas rodas de conversa do mercado financeiro e nas assembleias legislativas — como a nossa Alesc — não é apenas sobre partidos ou coligações, mas sobre a capacidade física e mental do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de suportar o desgaste de uma campanha presidencial e, eventualmente, de mais quatro anos de mandato. O próprio presidente, em diversas entrevistas recentes, tratou de colocar o tema sob os holofotes. Ao afirmar categoricamente que sua candidatura à reeleição depende de estar com “100% de saúde e disposição”, Lula retirou a discussão do campo da especulação da oposição e a transformou em uma diretriz oficial de planejamento político. Mais do que isso, ao citar explicitamente o caso do presidente americano Joe Biden — que precisou recuar de sua candidatura após visíveis sinais de desgaste cognitivo e físico —, Lula demonstrou que o fantasma da fragilidade biológica ronda os gabinetes do Palácio do Planalto. A preocupação não é infundada. O histórico médico recente do chefe do Executivo exige atenção constante. Desde o traumatismo craniano sofrido em uma queda doméstica no final de 2024, passando por exames de monitoramento frequentes, até procedimentos mais recentes em abril de 2026, como a infiltração no punho e a retirada de queratose na cabeça, a rotina médica presidencial tem sido intensa. Para um homem que completará 81 anos de idade em outubro de 2026, as exigências de um cargo que demanda viagens constantes, articulações de alta tensão e a gestão de crises diárias representam um fardo hercúleo. A insistência do Partido dos Trabalhadores em manter Lula como o único nome viável para 2026 revela a maior fraqueza estrutural da esquerda brasileira: a total incapacidade de construir uma sucessão orgânica. Ao contrário do campo conservador, que hoje conta com uma vasta esteira de novas lideranças, governadores realizadores e parlamentares de destaque, a esquerda optou por centralizar todo o seu capital político em uma única figura octogenária. O resultado dessa escolha é uma visível ansiedade nos bastidores governistas. Ministros e aliados mais próximos já começam a se movimentar silenciosamente, calculando os riscos de uma transição forçada caso a biologia imponha seu limite antes do registro das candidaturas. A narrativa oficial do Palácio do Planalto, obviamente, tenta blindar a imagem presidencial. Assessores e apoiadores frequentemente divulgam que o presidente possui “a energia de um jovem de 30 anos” e mantém uma rotina rígida de exercícios físicos. No entanto, a realidade dos discursos e das aparições públicas por vezes contradiz o otimismo do marketing. Lapsos de memória, momentos de visível exaustão física e a necessidade de reduzir o ritmo de viagens internacionais mostram que o desgaste do poder é real e cumulativo. O eleitorado brasileiro, cada vez mais exigente e conectado, observa esses sinais com pragmatismo. Para o campo conservador e para estados produtores como Santa Catarina, esse cenário exige uma postura de sobriedade e foco no debate de ideias. A oposição não precisa, e não deve pautar sua estratégia no ataque pessoal à saúde do mandatário, o que geraria uma reação de simpatia ou vitimização. O caminho correto é apresentar ao país o contraste entre o cansaço de um modelo político centralizador e dependente de uma única figura do passado e o vigor de um projeto moderno, focado na descentralização do poder, na eficiência administrativa, na segurança pública e no livre mercado. Em última análise, a saúde de Lula para o pleito de 2026 é uma incógnita que continuará a ditar o ritmo das articulações políticas nos próximos meses. Se o corpo permitir, o petista irá para o sacrifício eleitoral, ciente de que é o único cimento que mantém sua coalizão unida. Se a biologia cobrar o seu preço, a esquerda enfrentará um processo de fragmentação sem precedentes na história recente do país. De um modo ou de outro, o Brasil de 2026 exigirá lideranças com energia e clareza mental para conduzir as reformas estruturais que o país tanto necessita.

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Política no Ato com Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-com-chico-ramos-3/ Thu, 07 May 2026 03:37:15 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=10975 Resumo da Coluna   A rejeição de Jorge Messias pelo Senado (42 a 34) é vista como uma vitória do equilíbrio entre os poderes e da independência legislativa.   A derrubada do veto ao PL da Dosimetria visa corrigir penas consideradas desproporcionais, trazendo o debate de volta ao rigor técnico do Direito Penal.   Na

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

Resumo da Coluna

 

  • A rejeição de Jorge Messias pelo Senado (42 a 34) é vista como uma vitória do equilíbrio entre os poderes e da independência legislativa.

 

  • A derrubada do veto ao PL da Dosimetria visa corrigir penas consideradas desproporcionais, trazendo o debate de volta ao rigor técnico do Direito Penal.

 

  • Na Alesc, deputados como Ana Campagnolo e Jessé Lopes lideram as movimentações para consolidar a força de Santa Catarina nas eleições de 2026.

O Veredito do Senado: A Rejeição de Jorge Messias

A recente rejeição de Jorge Messias pelo Senado Federal, por 42 votos a 34, marca um momento histórico de afirmação das prerrogativas legislativas. Pela primeira vez na história recente, o Plenário do Senado exerceu seu papel constitucional de “fiel da balança”, barrando uma indicação que, para muitos setores da sociedade, representava mais um passo rumo à partidarização da Suprema Corte.

Sob a ótica conservadora, a derrota do governo não é apenas política, mas um sinal de que o Senado recuperou sua capacidade de filtragem ideológica. A indicação de um nome tão intrinsecamente ligado ao núcleo duro do Poder Executivo feria o princípio da impessoalidade e a expectativa de um STF técnico e equilibrado. Este episódio reacende o debate sobre a necessidade de critérios mais rígidos e mandatos fixos para os ministros da Corte, visando proteger a Constituição de influências efêmeras de plantão.

Dosimetria e o Resgate da Proporcionalidade Penal

O Congresso Nacional consolidou uma vitória importante para o Direito Penal ao derrubar o veto presidencial ao PL da Dosimetria. A nova legislação foca na correção de distorções nas penas aplicadas aos condenados pelos eventos de 8 de janeiro, buscando restabelecer a proporcionalidade que deve reger qualquer condenação em um Estado de Direito.

A oposição argumenta que as penas impostas anteriormente, muitas vezes superiores a crimes hediondos ou homicídios, refletiam um caráter punitivista desmedido. Com a nova lei, o sistema judiciário é forçado a reavaliar as sentenças sob a luz da justiça equânime. O embate agora se desloca para o próprio STF, onde o governo tenta reverter a decisão legislativa através de ações de inconstitucionalidade. Para o cidadão comum, o que está em jogo é o fim do “excecionalismo jurídico” e o retorno ao império das leis escritas, onde a dosimetria não serve como ferramenta política, mas como balizamento da justiça.

A Força de Santa Catarina no Tabuleiro de 2026

Em Santa Catarina, o cenário político para as eleições de 2026 começa a se afunilar na Alesc, com parlamentares estaduais assumindo protagonismo nas articulações majoritárias. Três nomes têm ganhado destaque especial nos corredores do poder e nas bases eleitorais:

  • Ana Campagnolo (PL): Mantém sua base sólida e fiel, sendo cotada para voos maiores, seja no âmbito federal ou como peça-chave na chapa majoritária estadual, reforçando a pauta conservadora e de costumes.
  • Jessé Lopes (PL): Reconhecido nacionalmente como um dos deputados mais aguerridos de Santa Catarina em defesa do Bolsonarismo e dos valores conservadores como bastião das pautas de Segurança e educação, a sua base consolidada e sua imagem prospectada no estado tem mostrado forte tendencia de voto dos catarinenses.
  • Luciane Carminatti (PT): Embora em campo oposto, é citada como a principal aposta da esquerda para tentar romper a hegemonia conservadora no estado, buscando consolidar uma candidatura competitiva para o governo ou Senado.

O movimento desses deputados indica que Santa Catarina continuará sendo o bastião do conservadorismo no Brasil, servindo de termômetro para a força da direita em âmbito nacional.

O post Política no Ato com Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>
Política no Ato por Chico Ramos https://tukosolutions.com.br/politica-no-ato-por-chico-ramos-7/ Mon, 20 Apr 2026 19:37:50 +0000 https://tukosolutions.com.br/?p=10315 Tirzepatida: Liberdade Econômica Contra a Burocracia na Luta pela Saúde Brasileira A obesidade grave atinge milhões de brasileiros, com o SUS gastando centenas de milhões anuais em complicações e cirurgias bariátricas limitadas a meros 0,097% dos elegíveis em 2023 (SBCBM). A tirzepatida (Mounjaro®) oferece perda de peso de 20-25%, rivalizando com a bariátrica a custo

O post Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>

Tirzepatida: Liberdade Econômica Contra a Burocracia na Luta pela Saúde Brasileira

A obesidade grave atinge milhões de brasileiros, com o SUS gastando centenas de milhões anuais em complicações e cirurgias bariátricas limitadas a meros 0,097% dos elegíveis em 2023 (SBCBM). A tirzepatida (Mounjaro®) oferece perda de peso de 20-25%, rivalizando com a bariátrica a custo potencialmente menor via genéricos, mas ANVISA e patentes farmacêuticas bloqueiam o acesso, priorizando lucros sobre a saúde pública e liberdade individual.

ANVISA Vilã: Tirzepatida Proibida e o Custo Bilionário da Obesidade

O Brasil engorda e quebra. Com 70% da população adulta acima do peso (projeções Fiocruz até 2030), a obesidade drena R$ 70 bilhões anuais do SUS e produtividade (IESS, 2025; Saúde Business). Fato: Estudo da SBCBM (2023) estima US$ 75 milhões só em custos médicos até 2035. Interpretação conservadora: Essa bomba-relógio poderia ser desarmada com a tirzepatida – medicamento revolucionário à base de GLP-1/GIP, aprovado nos EUA como Mounjaro/Zepbound. Mas a ANVISA, agência reguladora inchada, proíbe importações do Paraguai e manipulações locais (Resolução 1519, G1 15/04/2026), priorizando lobbies farmacêuticos sobre liberdade individual.

Crise da Obesidade: Fardos no SUS e Alternativas Eficazes

No Brasil, 20% dos adultos sofrem obesidade, sobrecarregando o sistema com R$ 488 milhões anuais em tratamentos relacionados (estimativa ajustada, Conass). A cirurgia bariátrica, custo de R$ 30-50 mil por paciente no SUS, realiza só 7.570 procedimentos/ano, com riscos cirúrgicos e filas intermináveis. Estudos (Afya, SBCBM) mostram tirzepatida com eficácia similar (60-80% excesso de peso perdido), menos invasiva e reversível, ideal para obesidade grau 3. Fato verificável: Obesidade eleva riscos de diabetes, cardíacos e câncer, sobrecarregando o Estado. G1 (2022) projeta US$ 220 bilhões até 2060 se nada mudar. Uma população sadia impulsionaria PIB: Menos afastamentos (808 mil mortes por DCNT até 2030, Fiocruz), mais produtividade. Opinião: Conservadores defendem responsabilidade pessoal – tirzepatida permite perda de 20-25% do peso em 72 semanas (estudos Eli Lilly), vs. 15-20% na bariátrica (cirurgia invasiva, riscos como infecções). No Paraguai, cidadãos compram livremente (sem proibições totais até recentemente), exemplificando capitalismo saudável: Acesso democratizado, preços acessíveis (R$ 500-800/mês vs. R$ 2.000+ no Brasil manipulado).

Economia Estatal: Tirzepatida Pode Reduzir Gastos Bilionários

Incluir tirzepatida no SUS custaria até R$ 8 bi/ano inicialmente (CGN), mas genéricos via quebra de patente cairiam para fração disso, liberando verbas para prevenção. No Paraguai, preços de R$ 500/mês (vs. R$ 3.500 no Brasil) provam: menos regulação gera acesso amplo e seguro, sem “interesses selvagens” – pura liberdade econômica sul-americana.

ANVISA como Obstáculo: Regulamentação Excessiva e Lucros Farmacêuticos

ANVISA proíbe importações paraguaias e apreende lotes (Synedica, TG, 2026), alegando riscos, mas ignora demanda e fomenta contrabando (preços 180% acima na fronteira, Midiamax). Eli Lilly defende patentes até 2036, atrasando genéricos apesar de multidose aprovada (Res. RE 1.041/2026). Perfis como @clube_da_tirza, @drlesmemasso e @drstevanstabelin expõem benefícios reais, criticando agência por retaliações que violam direito à saúde (CF/88, art. 196).

Posicionamentos Políticos e Projetos de Lei: Avanços e Resistências

PL 160/2026 (Sen. Dra. Eudócia) propõe licenciamento compulsório para produção nacional; Câmara aprova urgência em PL 68/2026 (CBN). Paraíba sugere substituir bariátrica por Mounjaro no SUS (Mersinho Lucena). Contra: SBCBM cita durabilidade da cirurgia; Frente Livre Mercado teme inibição de inovação (Poder360). Em SC, alerta DIVS (03/2026) reforça conservadorismo regulatório, ignorando custos distributivos.

O que está em jogo

Sociedade saudável eleva produtividade e corta déficits fiscais; sem ação, SUS colapsa, inovação foge e monopólios prosperam, ferindo Estado de Direito e incentivos corretos. Retaliações ANVISA criam mercado negro, expondo vulneráveis a riscos reais.

O que fazer

  1. Aprovar licenciamento compulsório (PL 160/2026) para genéricos nacionais, cortando custos 80%.
  2. Liberalizar importação pessoal de tirzepatida paraguaia com selos mínimos, respeitando liberdade.
  3. Auditar ANVISA via TCU por lentidão e lobby farmacêutico.
  4. Incluir tirzepatida no SUS para grau 3, com metas IMC e follow-up.
  5. Incluir no tratamento de Apnéia do sono.
  6. Tratamento Ortopédico decorrente de sobrepeso em articulaçoesnos membros inferiores.
  7. Tratamento de depressões oriundas de obesidade.
  8. Limitar patentes medicamentos essenciais a 10 anos (revisão LPI).
  9. Campanha nacional com endosso médico (@drstevanstabelin et al.).
  10. Em SC, revogar alertas excessivos e autorizar manipulação certificada.

A cidadania conservadora exige leis pró-liberdade e eficiência estatal. Pressionem parlamentares, divulgue fatos e construa uma nação vigorosa.

Fontes

SBCBM: Dados SUS,ANVISA: Senado PL 160/2026, DIVS/SC, CGN: Custos SUS,

 

 

Senador Jorge Seif: Um Farol para os Futuros Guardiões da Lei em Lages

 

Em um país onde a formação jurídica muitas vezes se perde em debates ideológicos acalorados, iniciativas concretas como a doação de vade-mécums pelo gabinete do senador Jorge Seif (PL-SC) surgem como um bálsamo de racionalidade e compromisso. Na última semana, em Lages — berço de lideranças serranas —, o assessor Murilo Garcia entregou pessoalmente esses materiais essenciais aos acadêmicos de Direito, atendendo solicitação do presidente do PL Jovem local, Bernardo Warmling. O gesto, destacado em mensagens de agradecimento pelo assessor parlamentar Francisco Ramos, não é mero protocolo: é um investimento estratégico na capacitação de jovens que defenderão a Constituição Federal contra distorções e abusos.

A entrega, foi um momento espontâneo e festivo, ilustra perfeitamente o impacto: os vade-mécums — compêndios indispensáveis para consultas rápidas a leis, súmulas e jurisprudências — agora nas mãos de estudantes e líderes comunitários. “Surpreenderam com os famosos vade-mécums”, escreveu Ramos em grupo de colegas, ecoando a gratidão coletiva. Warmling, à frente do PL Jovem de Lages, foi o elo pivotal, apresentando a demanda ao gabinete do senador. Garcia, assessor direto de Seif, concretizou a ação, reforçando a ponte entre Brasília e o interior catarinense.

Esse episódio não surge do vácuo. O senador Seif, eleito com pautas conservadoras que priorizam família, segurança e economia liberal, tem histórico de ações discretas e eficazes. Honrado em contribuir “mesmo que de forma discreta”, como destacou Ramos, Seif canaliza recursos via lideranças simpatizantes para equipar conterrâneos. Em Lages, polo educacional da Serra Catarinense, onde a instituições universitárias formam juristas, esses vade-mécums suprem uma lacuna prática: enquanto aulas teóricas avançam, o dia a dia forense exige ferramentas ágeis. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelam que o Brasil tem mais de 1,3 milhão de advogados inscritos na OAB, mas a qualidade da formação varia — e ações como essa elevam o padrão local.

Do ponto de vista conservador, a iniciativa é exemplar. Em tempos de judicialização política e ativismo judicial, que segundo o Instituto Millenium distorcem 40% das decisões em cortes superiores, formar juristas ancorados em códigos e precedentes é vital. Os vade-mécums oferecem síntese imparcial de normas, combatendo o subjetivismo que permeia salas de aula. Seif, alinhado ao PL de Bolsonaro, investe em educação sem o viés “woke” que critica a tradição jurídica brasileira. É um contraponto ao assistencialismo petista, que distribui bolsas sem contrapartida técnica.

Contraponto necessário: Críticos poderiam alegar que doações pontuais não resolvem o sucateamento das universidades públicas, onde verbas federais priorizam ideologia sobre infraestrutura (dados do MEC mostram R$ 20 bi anuais em custeio, mas apenas 15% em laboratórios jurídicos). Verdade parcial. Mas ações como a de Seif são complementares: enquanto o Estado falha, o parlamentar mobiliza redes privadas e partidárias. Em Lages, onde o PL Jovem cresce 30% ao ano (segundo dados internos do partido), isso fortalece bases orgânicas, preparando militantes para 2026.

A relevância nacional é clara. Santa Catarina, com Seif como voz anti-establishment no Senado, precisa de juristas serranos que defendam pautas como porte de arma, homeschooling e fim do inquérito das fake news. Francisco Ramos, assessor do dep estadual Jessé Lopes, exemplifica essa rede: discreto, mas impactante, conectando Lages a Florianópolis e Brasília. A entrega não só capacita, mas sinaliza: o PL cuida dos seus.

Em conclusão, Senator Jorge Seif eleva o patamar da educação jurídica em Lages, transformando gratidão em ação transformadora. Que mais parlamentares sigam o exemplo, armando futuros advogados com conhecimento sólido para preservar o Estado Democrático de Direito. Lages agradece — e o Brasil precisa.

 

 

O post Política no Ato por Chico Ramos apareceu primeiro em Cidade SC Portal de Notícias.

]]>